É OURO EM CANNES!!! (atualizado)

(Te liga na COMPANHIA DE LUXO do Melhor Emprego do Mundo).
E o lindo CASE vencedor!!!!!!
One Thousand Casmurros from Livead on Vimeo.
U-hu. U-huuuuuuuuuuuu…. EU já sabia. Mas já sabia mesmo. Ó a foto que tirei com um Leão da peugeot, junto com Sandro Manfredini em SP!!

Valeu a todos que trabalharam MUITO E de forma INCANSÁVEL nesse job! Obrigado, pessoal, foi um prazer imenso ver nossa idéia SAIR e agora premiado!
Em tempo: muito bom ganhar ACREDITANDO no que se faz e DO JEITO que você acha que a propaganda/comunicação tem que ser. É a ERA do conteúdo de verdade. É e ERA do ERA ISSO.
Era isso.
Abraço a todos e dancem comigo
Menezes - (a diferença entre você e eu é que você não está em chamas)
Veja a matéria no Jornal Nacional.
MIL CASMURROS NO SHORT LIST DE CANNES!!!!!!
UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU-HUUUUUUUUUUUUU
Parabéns, TIGRADA! PARABÉNS MIL a TODOS que dividiram aqueles brains, aquela execução e esse sucessos!
E TODOS QUE GRAVARAM SEUS TRECHOS DE MIL CASMURROS!!!!!
Amo intensamente nossas realizações!
Içççççççççççççççççççççççççççççççççççaaaaaaaaaaaaa!!!!
Lei Kleber Bambam
O público brasileiro já tem uma grande experiência com Reality Shows. São quase uma dez anos de Big Brother, Ídolos, Fama, No limite e o recente A Fazenda - que é uma versão rural da Casa dos Artistas.
Levando em consideração este histórico, deveriam criar uma regra proibindo os participantes destes programas de repetirem coisas que já sabemos.

Meu projeto de lei inclui 10 proibições. Coisas que já sabemos e que os “brothers” não podem falar:
1. “O Brasil está vendo tudo”
2. “A edição não mostra a verdade, ela me prejudica”.
3. “Ninguém tem idéia de como é diferente o que acontece em relação ao que passa na TV”.
4. “Eu voto em você para a eliminação porque acredito que você fará sucesso lá fora”.
5. “Todos aqui estão jogando”.
6. “Eu te indiquei para o paredão, mas quem te tira do programa é o povo”.
7. “Te indiquei para o paredão porque precisava de uma resposta do público”.
8. “Depois de um tempo aqui, a gente esquece que as cameras estão ligadas”.
9. “Não tenho motivo para votar nesta pessoa, mas voto porque acho que ela não será votada e meu voto não fará diferença”.
10. “Nós não combinamos o voto”.
Ouçam-me, editores e diretores. Façam algo que obrigue seus comandados a não ficarem repetindo o que já sabemos, e se foquem apenas na intriga e na falta de caracter - coisas que realmente nos interessam.
Nota: não confundo Casa dos Artistas com A Fazenda. O número de mulas no programa é parecido, mas são coisas diferentes.
Guerra das Coreias; o futebol e a chantagem atômica
Caso o futebol não fosse encharcado de significado político, seria tão sem graça quanto o handebol.
Radicalismo, eu sei. Nada pode ser tão chato quando uma partida de handebol. Porém, é uma forma de manifestar como todas asculturas e os acontecimentos políticos em volta do esporte tornam alguns jogos muito mais interessantes.
E um caso destes está acontecendo esta semana.

-Presidente e seus amigos enriquecendo urânio em segredo-
Quem não esteve vivendo no interior de um bunker nos últimos meses reparou que a tensão entre a Coreia do Norte e seus vizinhos atingiu níveis elevadíssimos. Tudo graças à quase secular insistência do governo local em manter um programa nuclear com fins bélicos, com picos de provocação, como o recente teste de mísseis balísticos e a realização da sua segunda explosão atômica.
Enquanto na comunidade internacional existe o medo do uso destas armas, a estratégia dos norte-coreanos pode ser mais moderada - mesmo que esta palavra fique estranha num contexto destes: Pyongyang pode querer apenas boas doses de chantagem atômica. Método mais que consagrado durante a guerra fria.

Até ai, nada de novidades. A lei-não-escrita ainda é a mesma, e diz que “se você me atacar, eu torro sua capital, então você não vai me atacar” terminando com a pergunta “o que posso ganhar com isso?”. A Coreia do Norte tem ganhado tolerância dos vizinhos, que engolem as palavras de Pyongyang e concedem sucessivos incentivos financeiros e ajuda para amenizar o caos do abastecimento do país - um dos mais isolados e miseráveis do mundo.
Será que eles também vão ganhar uma vaga na Copa do Mundo?
Esta resposta só a Coreia do Sul pode dar.

-Norte x Sul - 4 jogos e 4 empates rumo à Copa-
Quis o sorteio e os resultados paralelos que os sul-coreanos tivessem em mãos uma verdadeira Bomba H de marketing, pronta a explodir sobre o território inimigo do norte. Parece exagero, mas ninguém conheceria Camarões se não houvesse uma seleção presente em Copas. E pense: quantas vezes [tirei uma palavra daqui] você ouve falar da Tunísia em anos que não existe Copa doMundo?
O teste pode ser maior: liste 5 jogadores da Colômbia. Agora tente listar 5 líderes da Guerra Civil que o país viveu até semana passada.
Para entender mais o problema das Coreias, vamos ver com números e tabelas.
As Eliminatórias do continente asiático estão na reta final. São 10 times divididos em 2 grupos de 5 equipes. Cada grupo classifica os dois melhores para a Copa do Mundo do ano que vem, e dá a chance do terceiro colocado disputar uma repescagem - a fórmula da disputa desta não vem ao caso, só vale guardar a ideia de que são mais 4 jogos por vencer para alcançar o objetivo.
Faltando uma rodada pelo Grupo A, Austrália e Japão já garantiram a vaga no Mundial, enquanto Bahrein e Uzbequistão lutam pelo lugar na repescagem. Para o Qatar, o adeus já é definitivo.
Já no Grupo B, apenas um time classificou-se antecipadamente, a invicta Coreia do Sul, enquanto Arábia Saudita, Coreia do Norte e Irã brigam pela outra vaga na Copa e na repescagem, em uma disputa embolada e cheia de alternativas.
Classificação atual:

situação dos sauditas poderia ser melhor, caso a já classificada Coreia do Sul tivesse entregado a partida na semana passada. As duas nações se enfrentaram em Seoul, e um gol dos árabes os colocaria 2 pontos à frente dos norte-coreanos.
Porém, o jogo de interesses ainda não acabou. A próxima rodada marca Arábia Saudita contra Coreia do Norte em Riad, em uma disputa direta pela segunda vaga do grupo. Os orientais jogam pelo empate mas, se perderem, podem ficar até fora da repescagem.
Para que isso aconteça, basta que o Irã vença a Coreia do Sul fora de casa. Um resultado improvável, mas plausível, ainda mais com a tensão vigente na região.
Podem dizer que o esporte deve ficar de fora destas disputas extra-campo, mas convenhamos que é complicado lembrar de algum fato dos jogos olímpicos de Munique que não o sequestro feito pelos palestinos. Diga lá, de quantos jogos da Copa de 86 que não envolvam o Brasil você se lembra, além de Argentina contra Inglaterra, o jogo pós-Guerra das Malvinas? Irã versus Estados Unidos, em 98, não foi mais emocionante do que a final que jogamos?

São episódios como estes que farão a próxima quarta-feira muito mais interessante do que o calculado. Estarei de olho. E você, vai torcer para quem?
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Obrigado pela revisão, Dante Sasso.
1 post de silêncio
Este post seria sobre um projeto muito legal e criativo que você acabou não fazendo. Você, querido leitor, que usa todas as energias para outras atividades e acredita pouco na sua capacidade de realização.
Por isso, terei de preencher com texto de marcação e imagens sem sentido o espaço que estava reservado para links e elogios ao seu trabalho.
LOREN IPSUM DOLOR

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Enfim, saiba que teria o espaço no meu blog. O espaço que agora vira um apelo: realizem, nem que seja pra facilitar o meu trabalho!
Formulismo
Meu amigo Hilton, que mantém os geniais Hilton Total e Dropout Rugby está diversificando suas atividades.
É o Formulismo, o semanário online (blog) sobre as mais diversas fórmulas de disputa esportiva. Na estréia, o interessantíssimo sistema de playoff do futebol australiano.
Terei de atualizar os endereços disso tudo em seguida, quando convencerei o rapaz a migrar com seus projetos para o Seuczar. Até lá, aproveitem o que o Blogsome está para perder.
P.S.: Seuczar está aberto para projetos legais e inteligentes, desde que você esteja aberto a mostrar ele para mim (e talvez ou vir um não) sem mágoas.
Armas oficiais
Quem nunca viu que repare: a bandeira de Moçambique tem o desenho de uma metralhadora. Uma arma, um trabuco ou um cano - como preferir.

Sabemos que muitas bandeiras mundo afora usam o vermelho para representar o sangue de seus libertadores, geralmente mortos em guerras pela independência. Porém, os africanos foram mais longe, e desenharam logo o instrumento da barbárie.
No caso, o rifle AK47 - que está para a juventude africana como o amplificador Marshall está para a ocidental. Aqui, o trecho indicado pela Vica do filme “Senhor das Armas”, onde o protagonista fala da arma e da bandeira.
Mesmo que me apontem essa carabina, não posso deixar de dizer que isso não é novidade. Armas aparecem em bandeiras em dezenas de casos. Um rápido levantamento prova isto, começando por outra ex-colônia portuguesa na África, Angola, nação que também teu seu modelo bélico de bandeira.
Um facão e uma roda dentada sobrepostos, a versão hard core da foice-e-martelo.

Já a linda bandeira da Arábia Saudita, dá o recado sem cerimônia. “Ala é o único Deus e Maomé seu profeta”, e nós temos espadas para convencer você disso.

Voltando às armas de fogo, a Guatemala apresenta um par de espadas cruzadas e outro de espingardas com baioneta. Assim, estão prontos para qualquer tipo de combate.

Por fim, não posso deixar de falar do estado de Israel. O símbolo de Davi? Claro que não. É visivelmente uma estrela ninja! E o Líbano que se cuide.





















